ÁREAS DE ENFOQUE

Os rotarianos desenvolvem projetos comunitários que tratam de assuntos atuais e de extrema importância, dentre os quais: paz e prevenção de conflitos; prevenção e tratamento de doenças; recursos hídricos e saneamento; saúde materno-infantil; educação e alfabetização e desenvolvimento econômico e comunitário. Além disso, eles apoiam iniciativas voltadas à juventude.


Notícias distritais

488 Cadeiras de Rodas estão previstas para 2018-19

O Rotary Club de Maringá Parque do Ingá, responsável pelo Projeto das Cadeiras de Rodas, informa que pela 7ª vez receberá mais um lote das cadeiras para este ano rotário.  Cerca de 488 cadeiras de rodas são previstas de acordo com os tamanhos e modelos abaixo: Modelo Gen-2 - 244 cadeiras em tecido sendo: 24 Tamanho P, 80 tamanho M, 90 tamanho G e 50 tamanho GG.                                                     Modelo Gen- 3 - 244 cadeiras dobráveis em tecido sendo: 24 Tamanho P, 80 tamanho M, 90 tamanho G e 50 tamanho GG.                                                    Distribuição e Regras Todos os Rotary Clubs do Distrito 4630 poderão identificar usuários para as cadeiras de rodas: pessoas carentes portadoras de deficiências ou com dificuldades de locomoção. Deverão preencher os formulários em PDF que foram enviados por e-mail pela Secretária Executiva da Governadoria. Aqueles que não receberam, favor solicitar pelo e-mail secretaria@rotary4630.org.br ou pelo telefone (44) 3026-8314. Um formulário é específico para Pessoa Física e o outro para Pessoa Jurídica. Em breve, será comunicado o LINK para o preenchimento do Formulário On Line, por isso é imprescindível ter os dados completos e documentos comprovatórios. Não há quantidade limite por clube e as inscrições são por ordem de chegada. É vedada a doação para Rotary Clubs com banco de cadeiras. Com as novas regras, instituições e hospitais poderão receber no máximo 4 cadeiras para o transporte de pacientes. SOMENTE OS CLUBES TREINADOS PODERÃO SOLICITAR AS CADEIRAS. No início de 2019, um novo treinamento será oferecido. As cadeiras deverão ser entregues montadas e ajustadas de acordo com o tamanho da pessoa. O valor das despesas de logística do projeto é repassado para os clubes de Rotary. O valor por cadeira será R$ 60,00 + frete. O beneficiário deve receber de forma gratuita. Free Wheelchair Mission (FWM) – ONG Americana que distribui cadeiras de rodas no mundo todo, gratuitamente. Mais de 1 milhão de cadeiras de rosas foram entregues em 92 países, para pessoas portadoras de deficiências ou com dificuldade de locomoção, que são carentes e sem condições financeiras para obtenção da mesma. Os beneficiados não podem ter cadeiras de rodas.    Renata Mestriner Krambeck, Diretora de Projetos do Rotary Club de Maringá Parque do Ingá, destaca que a ANPR – Associação Norte Paranaense de Reabilitação e o Rotary Club Maringá Parque do Ingá são parceiros da FWM.   Por Larissa Nakao Comunicação Corporativa

Postado em 14 de Novembro de 2018 por

Rotary Club de Cianorte Furquim de Castro traz realidade de instituição para Empresários

O Rotary Club de Cianorte Furquim de Castro promoveu em 19 de setembro passado, evento direcionado para empresas que já apoiaram o Programa Empresa Cidadã e para as atuais parceiras, durante Reunião Ordinária  e Especial. Apesar da forte chuva naquela noite, oito empresas compareceram, além de representantes do Serviço de Obras Sociais (SOS) de Cianorte, mantenedor do Centro de Educação Infantil São José, que atende 352 crianças com idade entre 06 meses a 4 anos, em período integral e o Serviço de Convivência e Fortalecimento de vínculo Tia Sé (Creche Tia Sé), responsável pelo atendimento de 120 crianças de 05 a 09 anos no período do contraturno escolar. A proposta foi colocar em contato os responsáveis pelas doações e uma das instituições beneficiadas, como forma de agradecimento pelo investimento e confiança nos trabalhos do Rotary.  Foi também uma oportunidade para verem de maneira mais concreta todo o processo de funcionamento do Programa Empresa Cidadã. “Desenvolvemos um vinho com um rótulo do Programa Empresa Cidadã para dar aos empresários e entregamos os certificados para as Empresas cujos contratos se encerraram”, explica a presidente Ana Lúcia Gonçalves Capellari.  “Foi de extrema importância mostrarmos como a colaboração desses empresários contribuem para mudar algumas realidades vivenciadas pelas Entidades, que dependem de pessoas como os rotarianos para desenvolver um trabalho de qualidade”, agradece Patrícia Aparecida Rosa, que juntamente com Sirlene de Souza foram as representantes do SOS no evento.   A entidade foi beneficiada com alguns projetos, sendo os últimos: projeto da Fundação Rotária em 2016, com aquisição de 01 lavadora, 01 centrífuga, mesa pedagógica, capacitação de 12 colaboradores, 06 workshops para familiares; em 2017 aquisição de quatro mesas para alimentação de crianças de 06 meses a 01 ano e 08 meses de idade. O SOS beneficia famílias de baixa renda, diminuindo a exclusão social e oferecendo cursos de capacitação para posteriormente encaminhá-las ao mercado de trabalho. A Creche Tia Sé oferece alimentação, cuidados e projetos como Ballet Clássico, Karatê formando caráter, Dança, Inclusão digital e oficinas voltadas para o desenvolvimento pessoal e intelectual, sendo este da área assistencial. Patricia Longhini, governadora assistente do grupo 13, afirma que já existe um nível de entendimento do quanto o Programa Empresa Cidadã fomenta as ações e projetos dos clubes.  “Quando o clube entende os benefícios de contribuir com a Fundação Rotária, ele entra em um outro patamar e começa a ter o retorno da Fundação, em créditos para projetos. Esses projetos que podem ser de subsídio distrital ou global impactam positivamente as comunidades, por conta da sua amplitude. O que muitos clubes ainda não se deram conta é que a entrega do projeto para uma entidade, não é o final do ciclo dessa ação. É o momento de gerar uma imagem pública positiva para a comunidade e fazer o que eu chamo de ‘prestação de contas’ para os empresários que contribuem conosco”. Por Larissa Nakao Comunicação Corporativa

Postado em 12 de Novembro de 2018 por

Empresa Cidadã: DB1 emprega 370 pessoas e foi premiada pelo GPTW

Ilson da Silva Rezende, 45 anos, é presidente da DB1 Global Software, empresa com sede em Maringá, que atua no desenvolvimento de software e emprega 370 colaboradores. A empresa ocupou o 18º lugar no Great Place to Work Brasil, sendo uma das 11 empresas do Paraná a receber a premiação. É uma das Empresas Cidadãs do Rotary Club de Maringá. A DB1 já tem em seu DNA práticas consistentes de Responsabilidade Social, por isso possui um Comitê de Responsabilidade e Desenvolvimento Socioambiental (CORDS), composto por 10 colaboradores, que dividem o seu tempo com as responsabilidades de suas funções mais as atividades do CORDS. “Praticamos Capitalismo Consciente. Acreditamos que o mundo tem fartura suficiente para gerar prosperidade para todos, se formos responsáveis com nossas ações, tivermos senso de cooperação. Nossas práticas estão muito envolvidas com a educação, temos muitos projetos como DB1AOCUBO (projeto que leva conhecimento de tecnologias nas escolas e instituições), DB1ECO - incentivo ao uso de copos plásticos ao invés de descartáveis, economia de energia, coleta seletiva e plantio de árvores”, afirma o presidente da empresa. Ele conhecia muito pouco do Rotary e passou a conhecer mais a partir do contato do Gustavo, presidente do Rotary Club de Maringá, que lhe apresentou os trabalhos que são realizados. A parceria com o Rotary, segundo Ilson, ajuda a servir como exemplo para outros empresários, mostrando que é possível ter lucro e se envolver com a comunidade onde a empresa atua. “Os colaboradores cada vez mais se engajam com empresas que têm um propósito além do lucro. As pessoas não querem mais trabalhar para enriquecer acionistas, elas querem empresas conscientes e responsáveis com o mundo a sua volta”, destaca o empresário. Ainda de acordo com Ilson, essa mesma visão é compartilhada pelos clientes. “Eles também estão mudando sua percepção de valor e procurando cada vez mais empresas que vão além da sua capacidade técnica, que de alguma forma o consumo de um produto ou serviço gere mais que riqueza para a empresa em si, mas para todos a sua volta. Estamos falando de uma nova economia, um novo conceito de empresas que prosperarão no futuro. Empresas se adequarem a isso não é só uma questão de generosidade como era no passado, é uma questão de adaptação para continuarem crescendo ou até mesmo em alguns mercados continuarem vivas”. Por Larissa Nakao Comunicação Corporativa  

Postado em 09 de Novembro de 2018 por

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